Tanto já se falou sobre ela. Tanto já se escreveu sobre ela. Cada um que resolve lhe render homenagem, o faz pensando em esgotar o que se pode dizer a respeito, mas a realidade é outra, muito diferente.

Mãe é aquele ser especial, provedora, administradora, geradora, pacificadora, cuidadora, criadora, mantenedora, aquela que tem, inclusive, o poder de escolher com quem ela terá seus filhos.

A mãe tem aquele sentido a mais que pai algum, por mais presente e ativo que seja consegue sequer copiar. Ela consegue até ter papel anestésico e curar nossas dores com um beijinho no lugar ferido.

A dor do parto então. É algo que patife algum, por mais macho que se diga ser, deseja imaginar como seja. Muitos dizem que mãe só muda de endereço, mas ninguém quer que a sua mude. É ela quem, em dia claro e sem nuvens te manda levar o guarda-chuvas e pois pode chover. Você o faz com muito mau gosto mas, à tarde vem a gratidão por você ser dos poucos na rua a estar protegido. Ela também quem briga para que você, mesmo com calor, leve um agasalho, coisa que também só será reconhecida ao fim do dia com a chegada de uma frente fria inesperada.

E a mãe sem filhos?

É aquela mulher que não deu à luz efetivamente, mas nasceu para cuidar de pessoas e fazer com que elas tenham dias melhores. Exemplos temos aos milhares. Olhe ao seu redor que você encontra. Mãe é mãe!

Por mais que se prossiga com esta crônica, ela não cerrará sobre o assunto. Portanto, se você tem sua mãe ao lado, abrace-a, beije-a.

FELIZ DIA DA MÃE DE TODOS E PARA TODAS.

Carlos Leite