28/10/08
IMPORTANCIA2
Diante do texto original e, pena, anônimo, mas que não é de nenhum psicólogo de renome nacional, pois para promover a psicologia, muitos deles foram à imprensa fazer a apologia contra o não na educação. Isso não é de agora, mas sim do final dos anos 70.
Lembro-me perfeitamente, pois à época feito o reconhecimento através do MEC, do Curso de Psicologia da Faculdade que estudava. Também à essa época, surgiram alguns modismos de “aproveitadores” que se diziam ser terapeutas de artistas, e assim, ludibriar e “faturar” com suas enganações.
Por isso, e vários outros motivos eu digo SIM.
Sim, é dificílimo hoje em dia criar-se uma filha. Quando se tem uma filha, espera-se que, apesar dos nãos que ela venha tomando por toda sua educação, tendo tido pais que, apesar de muitas vezes pensarem de formas diferentes, nunca deram contra-ordens à uma ordem dada pelo outro.
Sim, pais que procuraram sempre conversar ,a respeito do que fazer com a educação de sua filha.
Sim, pais que falaram não, você ainda não tem idade para ir à boite, mesmo que seja num domingo à tarde.
Sim, pais que sabem da importância do afeto no crescimento, ou num simples NÃO de forma devidamente explicada.
Sim, porque um simples NÃO, PORQUE NÃO nunca foi resposta a nada. Toda criança faz coisas para testar seus pais, ver onde consegue chegar, se lhe será imposto algum limite ( que no fundo é o que ela busca ), vindo a criar sua personalidade, pois não nasce formada.
Sim, porque criar é difícil e dá trabalho, pois deve-se ensinar conceitos, impôr limites, explicar como e porque as coisas devem ser feitas, e por aí afora, vão-se os dias, meses, anos.Quando se dá conta, seu bebê cresceu, virou uma mulher, com todos os requisitos, vantagens e desvantagens que esse nosso mundo hipócrita nos traz.
Sim, hipócrita, pois num mundo onde muitas vezes uma mulher é mais prearada tanto no que diz respeito aos estudos, quantopsicológica e emocionalmente, ela dificilmente conseguirá igualar seu salário ao de um homem, que muitas vezes está despreparado para assumir funções sequer de mesmo nível, quem dirá superior ou ainda como marido.
Sim, isso dá medo. Medo de que, ao tornar-se mulher, nossa filha seja traída pelos próprios sentimentos, e com isso venha a se unir com um homem tipo Lindemberg, ou seja, um pária da sociedade. Um sujeito que, apenas por ter trancafiado uma moça num apartamento, já merecia não a atenção de toda a polícia e da imprensa sensacionalista da forma que foi e continua sendo, mas sim de um único policial. Um policial "atirador de elite" que gastasse apenas uma bala na testa desse "coisa".
Por isso, e por fim continuo dizendo sim, a sociedade precisa cobrar leis que punam realmente os infratores, e os pais, antes de "fazer" filhos, têm que ter noção. Fazer é bom, mas ………………………
criado por chenriqueleite
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